Michel Temer disse ser "constrangedor" ter sido delatado por dois executivos da Odebrecht, que o acusaram de presidir uma reunião, em seu escritório político, em que se chancelou uma propina de US$ 40 milhões, equivalente a R$ 126 milhões e correspondente a 5% de um contrato na área internacional da Petrobras; ele afirmou ainda que sua relação com Eduardo Cunha, o arrecadador das propinas e executor do golpe de 2016, hoje preso em Curitiba, era apenas institucional

