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A estudante Beatriz Albino Sevilha, de 19 anos, foi uma dos 53 candidatos que tiraram nota 1.000 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e viu o nome dela na lista de aprovados em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela atribui suas vitórias aos pais: ao pedreiro Junior e à telefonista Renata; ela defende a política de cotas por ter vivenciado a dificuldade de uma estudante de escola pública conseguir recuperar o que não aprendeu no ensino médio; "Isso não é sistema de benefício a ninguém. É a forma de o governo corrigir um erro que é deixar o negro de lado, negligenciar a educação do pobre. Por anos, não tive matemática nem biologia"