Pesquisa no Google

 
bove=""

 

Rádio Web

Publicidade

 

"Na velha normalidade, antes do golpe e do ativismo ideológico de parte do Judiciário, a postura natural seria acreditar na Justiça. Pois os três togados de Porto Alegre teriam suas consciências assediadas por uma pergunta: cadê a prova? Ou as provas", coloca a colunista Tereza Cruvinel; "Mas estamos fora da normalidade e já foram emitidos, por eles, sinais muito claros e fortes, que alimentam o ceticismo dos que falam em condenação anunciada", acrescenta; para ela, por muitos motivos "os apoiadores de Lula têm dificuldade para acreditar na Justiça. Mas é acreditando que os desembargadores serão cutucados por suas consciências que eles irão a Porto Alegre, participam de comitês de defesa de Lula e fazem com que o Brasil não se cale diante da pergunta: cadê a prova?"