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O plano era votar a proposta de reforma da Previdência já na próxima semana, mas a desarticulação do governo Bolsonaro levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a admitir que a votação deverá ser adiada

Davi Alcolumbre (Foto: Ag. Brasil)

 

247 - A  desarticulação do governo no Senado está levando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a admitir que o segundo turno da votação da reforma da Previdência - que foi aprovada nesta terça-feira (1º/10) - deve atrasar e ficar para a segunda quinzena de outubro. 

 
 

Alcolumbre tenta fechar um acordo com os líderes dos partidos no Senado para quebrar o prazo regimental entre sessões do plenário, requisito necessário para votar o texto da reforma em segundo turno. O objetivo é tentar que fazer a votação na próxima semana.

"Eu vou tentar conversar com todos os líderes que são contrários à quebra do interstício e mostrar para eles que se nós tivéssemos votado no dia de ontem, o prazo seria quarta-feira. Se os senadores compreenderem que não é razoável quebrar o interstício, a gente vai ter que adiar (a votação) da semana que vem para a próxima semana, admitiu Alcolumbre.

A chamada PEC da cessão onerosa, que permitirá ao governo realizar o megaleilão do excedente do petróleo do pré-sal em novembro, está no caminho da votação da reforma, além da cobrança das promessas de emendas e cargos feitas pelo governo em troca do voto a favor da reforma. Muitos parlamentares reclamam que o governo não cumpriu as promessas.
Sobre a cessão onerosa, os senadores querem alguma garantia sobre os termos da divisão dos recursos com estados e municípios, promessa feita pelo ministro Paulo Guedes (Economia) para acelerar o trâmite da matéria.

(Com informações do Brasil 247)