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De Marisa Gibson no DIARIO POLÌTICO desta sexta-feira

Termômetro - A presença hoje de Geraldo Alckmin (PSDB) no Recife não deve ser analisada apenas como um gesto de prestígio à tucana Terezinha Nunes, criadora da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, que promove um encontro com o presidenciável tucano, junto com a deputada federal Mara Gabrilii (PSDB), relatora da Lei Brasileira de Inclusão.

Da mesma forma, a visita do candidato a presidente Álvaro Dias (Podemos) à Associação Comercial de Pernambuco, que acontece hoje, não pode ficar estrita ao setor.

Na verdade, os candidatos a presidente da República enxergam Pernambuco como um estado diferenciado no contexto nordestino, e querem marcar presença, sobretudo desde que Eduardo Campos ousou sair do Palácio das Princesas para trilhar o caminho do Palácio do Planalto, na eleição presidencial de 2014.

Pernambuco não decide nenhuma disputa nacional, mas é um polo político que irradia decisões na região, rivalizando com a Bahia e o Ceará. Para os presidenciáveis, é importante sentir o termômetro pernambucano.

Ainda neste fim de semana, o candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, vem a Pernambuco pela segunda vez e chega com uma missão dupla: consolidar sua preferência no estado - é líder em todas as pesquisas - e sustentar a liderança do governador Paulo Câmara (PSB), candidato à reeleição, que está perdendo fôlego. O candidato ao governo Armando Monteiro (PTB) é quem vem crescendo nas pesquisas.